De que lado você está?

outubro 7, 2010

Viram essas fotos com os comentários das pessoas, que interessante?

http://eleicoes.uol.com.br/2010/album/101003extremos_album.jhtm?abrefoto=28#fotoNav=1


E aqui o mapa de desempenho dos candidatos à presidência em São Paulo.

http://www.estadao.com.br/especiais/o-1-turno-na-capital-paulista-zona-a-zona,120965.htm

comentários no site do Estadão:

Alexandre Martin Fraguglia O mapa mostra que quanto mais pobre voce eh mais ignorante eh tambem…e ..sendo ignorante e pobre se torna uma mistura perfeita para a politica das massas, caso do PT E TODA ESQUERDA QUE MANIPULA O POVAO.

Gottfried Wilhem Leibniz Quanto preconceito. Esse mapa mostra que só vota no P$DB quem não precisa de governo. ou seja, paga educação, segurança e saúde.


To clima!

abril 13, 2010

Há alguns meses no Ibirapuera…

Deselegante, Eduardo Jorge secretário municipal do meio ambiente de São Paulo, subiu ao palco do evento “to no clima” organizado e patrocinado pelo consulado britanico, dizendo que São Paulo está  fazendo hoje pelo aquecimento global, o que Londres põe como meta fazer em 2020. O discurso contava com um mau humor e um capacete de bicicleta apoiado sob o subaco esquerdo do nosso querido secretário.

Entre outras coisas o responsável ambiental pela cidade que ainda retira suas vegetações para colocar no lugar viadutos e pistas, criticou também as ações do governo federal, logo após a fala do Ministro Carlos Minc ainda presente.

Eduardo Jorge, não comentou sobre a fumaça preta que os onibus a diesel em péssimas condições do transporte público da cidade emitiam na avenida ao lado, estes onibus que não fazem a inspeção veicular a que os automóveis dos cidadãos são obrigados.

Ele também não comentou, porque é responsabilidade do estado, os bilhões de dolares gastos desde que me conheço por gente para a despoluição do rio Tiete que comprovadamente esta cada vez pior.

Embora ele tenha vindo de bicicleta esqueceu-se de falar sobre as “facilidades” que os ciclistas dessa cidade enfrentam, um Montain Bike de concreto.

Citou que São Paulo é um exemplo pro mundo pois trata tão bem seus aterros que capta o monóxido de carbono, mas não se lembrou que São Paulo exporta lixo pras cidades vizinhas.

Não falou, pois não lhe importa, das reduções das verbas com coleta de lixo e o acumulo de entulhos nas esquinas da cidade desde o Centro até as áreas mais periféricas da cidade.

Esqueceu-se também de destacar a deficiência da coleta seletiva que contribui muito para as enchentes. Enchentes? Quando ocorrem são colocadas as culpas na população. População que se está desinformada, é devido a grana da publicidade da prefeitura estar sendo usada para promoção de outras ações que não a educação e informação dos munícipes.

Odeio o Governo do DEM / PSDB

Quando ouço ao vivo um de seus lideres percebo a enorme demagogia e isso me entristece.

Afinal o DEM/PFL foi expulso do nordeste e se instalou aqui em SP. Medo de que prossigam como o PSDB há 16 anos no governo.


Programa Nacional dos Direitos Humanos – 3

janeiro 16, 2010

SOU A FAVOR!


PNDH: PSDB esquece o passado

janeiro 16, 2010

Do Valor Econômico

Passado que não pode ter uso eleitoral

Maria Inês Nassif
14/01/2010

Ao se consolidarem como opções de poder, ao longo dos 25 anos que separam o Brasil do fim da ditadura, o PT e o PSDB tornaram-se adversários, trocaram desaforos e jogaram um contra o outro, mas até agora não tinham negado um passado comum de luta pelas liberdades democráticas. Os dois carregam, nos seus quadros, adversários do regime militar (1964-1985) que foram vitimados por seu aparelho de segurança, que prendeu, torturou e matou opositores. Os dois abrigam remanescentes da resistência contra o regime autoritário. E os governos dos dois partidos – dois períodos de FHC e dois de Lula – moveram-se na mesmíssima direção, numa até excessivamente cautelosa tentativa de resgatar o passado, contabilizar mortos e localizar desaparecidos políticos do regime que, graças à luta de petistas, tucanos e outras forças democráticas, permanecem no passado. No episódio da “crise” militar aberta pela divulgação da terceira edição do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-III), foi a primeira vez, depois do fim da ditadura, que se usou esse passado para fins de política eleitoral.

A crise aberta em torno do assunto, por si só, já é inexplicável. Um tema amplamente negociado dentro do governo, e anunciado pelo presidente da República no final do ano, voltou à mesa de negociações por força de um claro movimento ideológico da direita abrigada no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E trouxe as pressões de fora da direita que se alinha ao PSDB. No final, o tema que era preservado nas relações entre os dois maiores partidos do cenário nacional acabou sendo incorporado à lista de neoudenismos da política brasileira. Dessa vez, no entanto, como é um assunto de natureza militar, dolorosamente aproximou a oposição à UDN pré-golpe militar de 1964.

A Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada à Presidência da República, é uma secretaria de continuidade. O livro “Direito à Memória e à Verdade”, por exemplo, que é considerado uma peça importante no lento caminho em direção ao esclarecimento das mortes ocorridas na ditadura militar, não apenas é o produto do trabalho de dois governos como declara isso. “A posse do ex-exilado Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) animou os familiares (de desaparecidos políticos). O novo presidente determinou ao ministro da Justiça que a questão dos direitos humanos fosse tratada como política específica a partir de então (…). Em 1995, cumprindo orientação expressa do presidente da República, o ministro da Justiça, Nelson Jobim, recebeu pela primeira vez representantes da Comissão de Familiares de Presos Políticos, Mortos e Desaparecidos e do grupo Tortura Nunca Mais”. O processo de recuperação da história dos militantes políticos mortos na luta contra a ditadura, na Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) criada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, não foi destituído de tensão ou pressões militares – não foram pacíficos o reconhecimento das mortes e indenização das famílias de partidários da luta armada como Carlos Marighella e Carlos Lamarca, por exemplo, conforme registrado no livro. A recuperação dessa memória é um trabalho de conquista democrática – um passo atrás do outro desde 1996, quando a comissão foi criada; um lento trabalho de convencimento dos representantes militares a cada processo mais rumoroso.

A Comissão da Verdade sempre esteve nas intenções dos militantes de direitos humanos de um e outro governo. A Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos foi um primeiro passo – de alguma forma, desempenhou esse papel, embora de maneira restrita, quando conseguiu recuperar a história disponível nos escaninhos oficiais e as coletadas pelos familiares de mortos e desaparecidos no regime militar. Manter o funcionamento da comissão apesar das pressões que ela provocava foi uma política dos dois governos. Por isso é uma rematada bobagem a declaração do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM). “O conflito entre militares e guerrilheiros é coisa do passado. Mexer nisso é reabrir feridas, é algo absolutamente provocativo”, declarou ele, na Agência Tucana, no dia 11.

Não existem divergências significativas em relação ao resgate do passado em um e outro governo. Não consta que na gestão tucana ou na petista tenham ocorrido movimentos para anular a Lei de Anistia de 1979. O compromisso que se assumiu com os familiares de mortos e desaparecidos é ao menos tentar descobrir as circunstâncias da morte e os despojos dos desaparecidos. O governo Fernando Henrique Cardoso assumiu como responsabilidade do Estado a morte e o desaparecimento desses opositores ao regime militar – foi esse entendimento que permitiu o funcionamento da Comissão Especial e a reparação financeira das famílias atingidas. O governo Lula deu continuidade ao trabalho da Comissão Especial. As famílias que pretendem responsabilizar penalmente agentes do Estado pela tortura, morte ou desaparecimento de presos políticos reivindicam isso na Justiça. É ela que deverá decidir – cedo ou tarde isso terá de acontecer – o que acontecerá com os torturadores. Em algum momento, o Supremo Tribunal Federal (STF) terá de decidir sobre uma ação ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pedindo a declaração de inconstitucionalidade da anistia dada a torturadores. Mas aí será uma decisão de Justiça.

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, disse que o governo fez “palhaçada com assunto sério”. Fernando Henrique diz que “eles (os petistas) combinaram uma coisa e fizeram outra”. Seja qual for a restrição que ambos têm a um programa de direitos humanos que, na essência, difere muito pouco das versões I e II definidas no governo tucano, estão jogando na lata de lixo da história a sua própria contribuição aos tímidos passos que o país tem dado em direção à reconstituição de seu passado. Negar o direito à memória faz muito mal à democracia.

Maria Inês Nassif é repórter especial de Política.


Os malditos Dez por cento.

janeiro 7, 2010

Moro em São Paulo, gosto de sair e viajar e sei do valor que o garçom paulista tem. Os caras são os melhores do mundo.

De qualquer bimboca ao mais chic restaurante, você é atendido prontamente, com educação e eficiência que não se vê em outra parte.

É uma arte.

(Esse elogio não é aos paulistas, já que os garçons normalmente são imigrantes de estados do

nordeste brasileiro, foram eles que transformaram o atendimento de São Paulo numa arte.)

Enfim, quando estou fora do país, dou gorjetas em Euro, Dólar, Pesos… para os caras que atendem.

Quando volto, me surpreende novamente a qualidade ótima do atendimento. Me sinto em casa, os sorrisos, a atenção, a habilidade, a velocidade. Mas não dou gorjeta.

Não dou gorjeta, não damos gorjeta no Brasil.

Porque aqui temos a lei dos 10%.

Uma lei feita pros donos dos estabelecimentos poderem embolsar a gorjeta dos garçons.

(A gorjeta –alta– vai toda para o dono do estabelecimento e ele escolhe o que fazer com ela.

Os mais honestos usam como beneficio na hora de negociar salários, mas o comum mesmo é que os garçons e atendentes não vejam nem a cor desses 10%)

Enquanto os garçons não se organizam pra derrubar essa lei absurda, não pagarei mais os 10%, eu entregarei os 10% sempre que puder diretamente ao garçom ou atendente.

Acho que todos deveríamos fazer isso.


Os palestinos estão sumnido do mapa.

dezembro 6, 2009

Onde está a ONU?

Onde estão os EUA “preocupados” com todos os povos do mundo?

Onde está a imprensa? A opinião pública?


Os palestinos estão perdendo suas terras.

dezembro 6, 2009

E o mundo só assiste.

Quando o Ministro dos Negócios Estrangeiros, David Miliband, proferiu algumas palavras sobre a ilegalidade dos colonatos israelitas na Cisjordânia ocupada, muitos quiserem acreditar que Londres estaria a tomar uma dura atitude para com as continuas violações do direito international por parte de Israel. Infelizmente, estavam errados.

O facto é que a declaração de Miliband, feita durante a conferência de imprensa que se seguiu às conversações com o rei da Jordânia, Abdullah II em Amã, foram meramente tácticas, dirigidas de forma a diminuir o impacto da fraca posição assumida por Washington sobre o mesmo assunto,

Isto foi o que Miliband disse: “Os colonatos são ilegais e, do nosso ponto de vista, são um obstáculo ao estabelecimento da paz na Cisjordânia e em Jerusalém Orientar. Os colonatos desafiam o coração de… um Estado palestiniano.”

De seguida acrescentou: “É tão importante para aqueles que se interessam pela segurança e pela justiça social nesta região que as discussões sobre fronteiras e território recomecem de forma séria, porque se se conseguir fazer progressos nestas questões, pode resolver-se o problema dos colonatos.”

Isto é clássico de Miliband. Embora as suas afimações claras e decisivas acerca da ilegalidade dos colonatos e o facto de estes constituirem um obsctáculo à paz sejam bem-vindas, não é possível decifrar declarações de políticos sobre detalhes; para serem verdadeiramente apreciados, têm de ser compreendidos como um todo.

O perigo reside na afirmação seguinte na qual ele mudou propositadamente a ordem da solução proposta para a crise do Médio Oriente para centrá-la “na retoma das discussões sobre fronteiras e território de forma séria”, o que significa negociações sem condições porque “o progresso” nessa vertente “iria resolver o problema dos colonatos”.

Mas não é precisamente este o tipo de diálogo que Israel deseja tomar parte: conversações de paz sem condicionantes, sem prazos, sem um fim determinado, enquanto persiste na construção de colonatos ilegais constituindo uma violação flagrante do direito internacional? Mais, não foi isto que os palestinianos, todos os palestinianos, rejeitaram veementemente?

A liderança palestiniana percebe que negociações incondicionais trará aos palestinianos, a parte mais franca em qualquer negociação, nada mais do que humilhação, enquanto que a parte forte determinará a solução, qualquer solução, que achar adequada aos seus interesses.

Tendo em conta que Israel não está sob uma pressão séria, apenas sob uns discursos verbais sobre o processo de paz proferidos ocasionalmente or Washington e Londres, o governo de direita de Benjamin Netanyahu não tem razão para parar ou até abrandar os seus projectos de colonatos ilegais e a consequente limpeza étnica dos palestinianos.

Miliband é um político esperto. Não obstante as suas palavras federem a constradições, estão dispostas de tal maneira que dão a impressão que está a construir-se um mudança significativa nas políticas.

As declarações supostamente fortes de Miliband acerca dos colonatos surgiram numa altura em que a política da administração Obama, uma pequena tentativa de se apresentar como a antítese o legado odiado de George Bush, está a desfazer-se.

Em Maio, no seguimento do primeiro encontro entre Obama e Netanyahu, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, quis não deixar dúvidas sobre as novas políticas americanas acerca dos colonatos. Os EUA “querem que os colonatos parem – não alguns colonatos, nem postos avançados, nem excpeções de crescimento natural.”

Isto soa muito bem, melhor que as afirmações de Miliband. Mas desde então, a administração Obama obviamente descobriu os limites da “audácia da esperança”: um lóbi israelita forte, unido; um gorveno de direita israelita decisivo; países árabes e muçulmanos fragmentados e tudo o resto.

Portanto, não foi uma surpresa ver a senhora Clinton, durante a sua recente visita ao Médio Oriente, retroceder em todas as promessas que o seu governo fez. Segundo o Times (de 1 de Novembro), ela “alegou que a construção de colonatos nunca foi um pre-condição para retomar as conversações.”

Pior, não apenas falhou em convencer Netanyahu da posição dos EUA, que mais ou menos consitente com o direito internacional, como elogiou-o por falhar na concretização daquilo que foi considerado como uma forte exigência norte-americana.

A mudança aconteceu durante a sua visita de um dia a Jerusalém. “Aquilo que o primeiro-ministro (de Israel) tem oferecido em termos de restrições às políticas dos colonatos… não tem precedentes,” disse ela sobre a promessa de Netanyahu para abrandar a expansão de colonatos na Cisjordânia.

Há mais de 500 mil colonos judeus na Cisjordânia e Jerusalém ocupados que vivem em vários colonatos que são considerados ilegais de acordo com a IV Convenção de Genebra e numerosas resoluções das Nações Unidas

Para acrescentar o insulto, a senhora Clinton continuou, em casa paragem, a exigir aos árabes e aos muçulmanos que estendam a sua mão e Israel. Que é que este fez para merecer uma normalização com os árabes e muçulmanos, mercados abertos e o estabelecimento de relações diplomáticas? Por que é que Israel deve ser compensado pelos seus massacres em Gaza, pela sua ocupação militar da Cisjordânia e Jerusalém Oriental, pelos contínuos ataques à Mesquita al-Aqsa e outras?

Simultaneamente, a Autoridade Palestiniana estará talvez a aperceber o erro que cometeu ao confiar que a determinação da administração Obama prevaleceria sobre a obstinação de Israel.

O alto representante da AP, Nablil Abu Rudeinah, afirmou que “as negociações estão em estado paralítico,” cupando tanto “a intransigência israelita como o retrocesso americano.”

“Não há esperança para futuras negociações,” Abu Rudienah acrescentou.

Contudo, as palavras de chefe das negociações palestiniano, Saeb Erekat, na conferência de imprensa em Ramallah no dia 4 de Novembro, foram ainda mais pessimistas. Talvez seja a altura de o presidente palestiniano Mahmoud Abbas “dizer ao seu povo a verdade que devido à continuação da expansão dos colonatos, a solução de dois Estados já não é uma opção,” disse ele.

Ele disse o que muitos não querem ouvir, incluindo o próprio Miliband que insiste em manter viva uma ‘solução’ expirada enque nada faz para a tornar realidade.

“É importante que não percamos de vista a importância da solução de dois Estados para todos os povos da região. Penso que as alternativas são obscuras e mal-vindas por todas as partes,” declarou Miliband.

Todavia, ele falhou em demonstrar-nos como é que a sua solução ‘brilhante e bem-vinda’ vai ser concretizada à medida que Israel continua a capturar Jerusalém e a Cisjordânia centímetro por centímetro, à vista dos media internacionais e com o conhecimento e com o acordo tácito dos políticos em regredir, incluindo a senhora Clinton e ele próprio.

Publicado em Palestine Chronicle

Tradução: Ana Sofia Gomes

Fonte: Todos Por Gaza  -  http://todosporgaza.blogspot.com/2009/11/como-israel-ganhou-batalha-dos.html


O blecaute jornalistico

novembro 27, 2009
Eu to vendo coisas ou todas as afirmações de todos os envolvidos desde o inicio dizem exatamente a mesma coisa e o jornalista chama isso, num texto bem estranho, de confusão?

 

http://noticias.uol.com.br/politica/2009/11/18/veja-como-foi-o-vai-e-vem-do-governo-sobre-as-causas-do-apagao-que-completa-uma-semana.jhtm


O casal Hernandes e a Justiça brasileira

novembro 27, 2009

O Juiz que julga o caso, Fausto de Sanctis, tem bons precedentes, foi ele que emitiu 2 mandados de prisão e depois condenou o banqueiro ladrão Daniel Dantas, (O cara que investigou o Governo no caso KROLL, a  quem FHC chama de Brilhante e é o atual dono da maior empresa de telecomunicações do país a BR Oi, dono de terras improdutivas/griladas e tantas outras coisas), foi esse mesmo Juiz que colocou o Maluf e o Pitta atrás das grades, lógico que TODOS esses estão soltos – e o último não poderá mais ser preso, não foi graças a esse juiz. A liberdade é culpa de um outro juiz, bem mais influente e amigo de todos esses aí, chamam ele de Supremo Presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes – mas esse não é o assunto)

O casal dono da Renascer é defendido pelo D’Urso, que acaba de ser reeleito PELA TERCEIRA VEZ, presidente da OAB/SP.Na OAB/SP como se sabe é onde se agrupam os guardiões da justiça, para que no Brasil apenas os pretos pobres continuem sendo condenados. O Poderoso D’Urso como se sabe defendeu também o Maluf, o Pitta (que o diabo o tenha), e é “assim ó” com o Supremo Gilmar.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u657832.shtml


Eleições 2010

setembro 25, 2009

sao-francisco-de-assis

Pronto! Para as eleições presidenciais de 2010 já temos o candidato da educação (Cristovam Buarque) e a candidata da sustentabilidade (Marina da Silva). Agora só falta um candidato da ética. Aí mudamos o sistema de governo para pluripresidencialismo e teremos um bom governo.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.